Um êxito absoluto. Muito público, rigor histórico e trabalho brilhante dos actores na recriação do Massacre de Arrifana, considerado um dos mais trágicos episódios das Invasões Francesas em Portugal, foram predicados de relevo no programa dos 200 anos da Invasões
Milhares de pessoas em Arrifana
Foi a 17 de Abril que o exército francês cercou e tomou de assalto a pacata povoação de Arrifana, corria o ano de 1809. Passados duzentos anos, junto ao Monumento aos Mártires de Arrifana, foi içada a bandeira e entoado o hino nacional, seguindo-se uma cerimónia de homenagem aos mártires, com deposição de coroa de flores no monumento e nas alminhas dos fuzilados, e descerramento de placa evocativa do bicentenário.
A sessão solene teve lugar esta sexta-feira, na Junta de Freguesia de Arrifana, seguindo-se a apresentação das milícias da Feira. Junto ao largo da feira, abre o acampamento militar, onde foram recriadas as vivências do século XIX. A noite fechou com um concerto pelo maestro António Vitorino de Almeida e recital de poesia por Aurelino Costa, no salão dos Bombeiros Voluntários de Arrifana, em iniciativa de enorme fulgor cultural.
RESUMO DO MASSACRE
Entrevista a José Silva
Alfredo Henriques, presidente da Câmara Municipal da Feira.
Declarações de Dário Matos, presidente da Junta de Freguesia de Arrifana.
Banda dos Bombeiros Voluntários de Arrifana
Entrevistas a Actores e Figurantes
Entrevistas aos Menbros da Junta de Frteguesia de Arrifana
Entrevista a Recreadores Históricos
Entrevista a Recreadores Históricos
Entrevista A Carlos Alberto
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